quinta-feira, 28 de abril de 2011

CONTRATOS DE LEITURA 2º PERÍODO

Título: A breve segunda vida de Bree Tanner
Autor:  Stephenia Meyer

   Este livro é como um complemento da série “Luz e Escuridão”, mais conhecido por Crepúsculo. O livro conta a história de Bree Tanner, uma recém - vampira criada por Riley a mando de Victoria. A história começa com  Bree indo caçar sangue humano em Seattle com Diego, Kevin e outro recém-criado do qual ela não sabia o nome. Bree havia sido transformada em vampira há poucos meses. Riley tinha-lhe dito para procurar caçar pessoas das quais ninguém sentiria falta, o que ela sabe que é o mesmo método que ele usa para escolher quem transformar em vampiro. Eles passam a conversar sobre Victoria que conhecem apenas como "ela", e como é estranho que esteja a transformar tantas pessoas em vampiros. Diego acredita que algo irá acontecer, e que ela pretende usá-los. Quando eles voltam, quando estava quase a amanhecer, percebem que a casa em que viviam outros vampiros havia sido queimada - algo que era normal. Como Riley havia lhes falado que eles queimariam se fossem expostos à luz do sol, eles  escondem-se  numa caverna e conversam sobre as suas vidas humanas. Juntos, eles deduzem que talvez Riley tenha mentido ou esteja escondendo coisas deles, apesar de Diego gostar dele. Após uma desconfiança de Diego, eles acabam por descobrir que a luz do sol não os magoa, apenas faz com que sua pele brilhe. Os dois tornam-se muito amigos e decidem fundar um "clube" e assim passam a brincar ao ninjas.

Ana Cristina ,11ºB

Título: “Labirinto”
Autor: Dick Haskins

            Uma noite de temporal, uma estrada perigosa e uma ultrapassagem criminosa provocam a morte de William Slaughter e do mordomo da família. Mas tratar-se-á de um simples acidente rodoviário? Ou de um crime?
            Neste livro, Dick Haskins apresenta-nos  um investigador invulgar, médico, escritor, mordomo e motorista, e é através dele que acompanhamos as revelações da investigação. Num ambiente de alta sociedade e com personagens tão diversas quanto perturbadoras, este é um livro que tem tudo para prender o leitor.
            De facto, “Labirinto” trata-se de um pequeno grande livro que apetece começar e não parar mais. Cheio de mistério, intriga, romance e, sobretudo suspeitos, consegue prender-nos à história de tal forma que não queremos que ela acabe mais! Sempre gostei de ler livros pequenos com grandes histórias e este trata-se, efectivamente, de um desses casos.
            Há uns anos atrás costumava julgar muito os livros pelo seu aspecto e pelo tamanho, achava que um livro com quatrocentas páginas haveria de ter uma história do caraças e que os melhores livros teriam uma capa atraente e bonita. Velhos tempos! A experiência diz-me que (como é o caso) as boas histórias também estão por aí escondidas em livros cujas capas de atraente nada têm e que de tamanho pouco apresentam. Deste modo, acredito na possibilidade de vir a ler mais livros deste autor (que, embora o pseudónimo engane, é de nacionalidade portuguesa!) uma vez que fiquei bastante agradada com a leitura desta sua obra.
            Com a sua escrita envolvente e a sua capacidade de nos guiar através de todas as possibilidades para, no final, nos surpreender de uma forma inacreditável, Haskins reafirma, neste “Labirinto”, a sua mais que provada mestria no género policial.
            Uma bela obra, sem dúvida, para os apreciadores deste tipo de livro.

Telma Afonso, 11ºB
Título: O Principezinho
Autor: Antoine de Saint-Exupéry

 
“O Principezinho” é uma obra aparentemente simples, mas apenas aparentemente. Na realidade é profunda e contém toda a filosofia de Saint-Exupéry. É uma obra que nos mostra uma profunda mudança de valores, que ensina como nos equivocamos na avaliação das coisas e pessoas que nos rodeiam e como esses julgamentos nos levam à solidão. Quando crescemos, crescemos de forma definitiva e apenas ligamos às preocupações diárias e esquecemo-nos da criança que fomos e que mora algures ainda dentro de nós.
Este livro fez-me crescer como ser humano, pois fez-me pensar na vida, na relação que as crianças têm com os adultos, eles que por vezes se esquecem que já foram crianças e que tiveram a mesma necessidade de serem compreendidos, de serem tratados com carinho e acima de tudo de serem levados a sério.
Catarina Marinho, 11ºB

Título: “Não dances com a morte”

            Este livro fala sobre uma rapariga que, por influência de uns “amigos”, tomou uma pastilha que está na moda (ecstasy). Essa rapariga deu entrada no hospital em coma, o motivo já sabemos. Luciana era uma jovem divertida, com família, namorado e amigos. A sua melhor amiga, bulímica, enfrenta então o seu próprio problema. Os amigos que estavam com ela, na noite em que Luciana entrou em coma no hospital, reflectiam agora sobre o sucedido. Já nada para eles era igual. Ver Luciana no hospital, por sua culpa, era muito doloroso. Concluíram que o que até aquela noite era “cool” agora era extremamente perigoso. Todos estavam preocupados. Este livro é um dia de sofrimento para a família de Luciana, para o namorado e para os seus amigos. Como é possível que em tão poucas horas tanta coisa aconteça? Todos quantos conhecem Luciana lutam pela sua sobrevivência. Felizmente no final Luciana acorda, mas certamente a vida de todos os que lhe são próximos ou dos que conheceram a sua história mudou.
            Na minha opinião, todos devíamos ler livros que abordem estes problemas, até porque é importante estarmos informados acerca destas temáticas. Nunca sabemos quando vamos necessitar de ajuda ou de prestar ajuda a um amigo ou conhecido.


Miguel  Amorim, 11ºB          

domingo, 10 de abril de 2011

CORRECÇÃO DO TESTE 4

Grupo I

1.        Quanto à estrutura externa, o texto situa-se no final do capítulo III da obra “Os Maias”, de Eça de Queirós”, na preparação da acção. O narrador aborda a educação de Carlos e do seu contemporâneo, Eusebiozinho.

2.        Eusebiozinho é educado de acordo com o modelo tradicional português que privilegia a permanência em casa, o contacto com velhos livros, a aprendizagem de línguas mortas (latim), a superprotecção (“Não se descolava das saias da titi”, “abafado em mantas”), a valorização da memorização (“diz tu aqui ao Sr. Vilaça aqueles lindos versos que sabes”, “Que memória!... É um prodígio!...”), o suborno da vontade pela chantagem (“e a mamã prometeu-lhe que, se dissesse os versinhos, dormia essa noite com ela”). Este modelo educacional é fortemente influenciado pela religião, é simbolizado pela cartilha e é ilustrado pela frase “alma doente em corpo doente”. É uma educação romântica.

3.1. Carlos da Maia.

3.2. Educação britânica.

3.3. A educação “à inglesa” privilegiava o contacto com a natureza, o exercício físico, a vida ao ar livre, a aprendizagem de línguas vivas (inglês), o rigor, o método, a ordem, a criatividade e o juízo crítico, a submissão da vontade ao dever. Tem como símbolo o trapézio e o seu lema é “alma sã em corpo são”.

4. A educação pode ser determinante na vida das personagens. Pode ser a causa do seu sucesso ou do seu fracasso. Foi-o no caso de Pedro e no caso de Eusebiozinho. A educação não os preparou para a vida, não os fortaleceu para enfrentarem problemas, por isso fracassaram. Eusébio entregou-se a uma vida devassa e corrupta e acabou por casar com uma mulher que o domina. Já no caso de Carlos, a educação não foi determinante no seu percurso de vida. Carlos recebeu uma boa educação, contudo isso não foi suficiente para ser bem sucedido. Outros factores contribuíram para o seu fracasso pessoal e profissional: a hereditariedade (herdou a fraqueza e o comodismo do pai e a futilidade, o egoísmo e o gosto pela vida boémia da mãe) e a sociedade sem estímulos em que viveu.

5. Dos recursos estilísticos presentes destaca-se o uso expressivo do diminutivo a contribuir para a caracterização de Eusebiozinho  como um fraco, mimado e superprotegido (“Eusebiozinho”, “mamã”, “titi”, “mãozinhas”, “perninhas”, “versinhos”), a ironia na expressão “tenro prodígio” a sugerir a crítica à fraqueza da personagem e à forma como é educado e a adjectivação expressiva ainda com a finalidade de ridicularizar o “amigo” de Carlos e realçar, uma vez mais, a sua fragilidade e apatia (“o menino, molengão e tristonho”, “tenro prodígio”, “perninhas flácidas”, “um recitativo lento e babujado”).



Grupo II
1.        Os fidalgos e os doutores comer-lhes-ão a camisa do corpo.
2.        D
3.        a - V; b – F; c – V; d – V; e – V; f – V; g – V; h – F
4.        Eu passeio frequentemente pelo parque. (verbo)
            O passeio do último fim-de-semana foi revigorante.


Grupo III

 A resposta deverá fazer referência aos seguintes elementos trágicos:
destino/presságios; peripécia; reconhecimento; catástrofe.
Deverá ainda obedecer à estrutura do texto expositivo-argumentativo.